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Hipercolesterolemia: da genética aos fatores ambientais.


A hipercolesterolemia é uma condição patológica caracterizada pelo aumento crônico das taxas de colesterol no sangue. A doença em si é assintomática, ou seja, não mostra sintomas, mas é umas das principais responsáveis por entupir artérias e levar a infartos ainda em idade não avançada. As frações do colesterol são LDL, HDL, NÃO HDL e VLDL. O LDL é caracterizado com a fração que, quando oxidada, oferece riscos de infartos, tromboses e AVC. A fração NÃO HDL também oferece os mesmos riscos. Enquanto que o HDL deve proteger os vasos dos danos do LDL oxidado. Não existe correlação entre VLDL e a saúde humana.

A doença pode ter sua causa genética, quando genes ligados ao metabolismo dos lipídios sofrem mutações e polimorfismos alteram a estrutura e função de proteínas envolvidas na síntese, homeostase e no metabolismo do colesterol, como as apolipoproteínas, receptores e enzimas. Desse modo, não seriam apenas os hábitos e o estilo de vida do paciente que determinariam o surgimento desse quadro.

É importante fazer o teste genético nos casos de pacientes cujo colesterol tendem a nunca baixar nos exames bioquímicos, e juntamente com um nutricionista, buscar orientação nutricional para potencializar o tratamento indicado pelo médico.

O nutricionista irá conduzir o paciente na mudança dos hábitos alimentares e implementação de um novo estilo de vida, incentivando a atividade física, e prescrevendo dieta personalizada ao seu perfil genético, para garantir o consumo adequado de fibras, o valor calórico correto de cada refeição e distribuição dos macro e micronutrientes.