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Perguntas frequentes sobre alimentação na gestação

O mundo materno-infantil tem se revelado ainda cheio de dúvidas, tabus e mitos. Então resolvi compilar algumas das dúvidas mais comuns de algumas mamães em relação à alimentação e nutrição.
Então, que tal um cafezinho?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que não se ultrapasse 200mg de cafeína por dia, para um indivíduo adulto, o que seria equivalente a 2,5 xícaras de café instantâneo, 2 xícaras de café coado ou 1,5 xícara de café expresso.
Lembrando que o café não é a única fonte de cafeína, que também pode estar presente em diversas bebidas energéticas, chás, chocolates, entre outros produtos.
No caso das gestantes, alguns estudos tem indicado evidências de que a cafeína causaria efeitos adversos ao feto quando consumida em quantidades superiores a 150mg/dia, tais como mal desenvolvimento do bebê no útero, devido à hipóxia (falta de oxigênio) causado pela dificuldade de metabolização da cafeína; perda de peso do bebê ao nascer; atrasos no crescimento; e quando associado ao alcoolismo e tabagismo, a abortos espontâneos e morte “in utero”, entre outros problemas.
Muito embora nenhum destes estudos tenham se mostrado totalmente conclusivos, vale ressaltar que nada em excesso é bom, independente da substância ou nutriente.
A cafeína tem um metabolismo mais lento durante a gestação e tem livre acesso à circulação do bebê, que tampouco é capaz de metabolizá-la. Refrigerantes, alguns chás também são fontes de cafeínas, portanto, devem ser evitados na gestação.
Se você gosta muito de café e não gostaria de abrir mão totalmente, apenas não exagere, e tenha sempre a orientação de um Nutricionista. Ele é o profissional mais indicado para ajudar nas escolhas alimentares nesse momento tão importante como a geração de uma nova vida.

 

Contribuição: Tatiane Cristine A. S. Bertoli –estagiária de Nutrição (@tatianebertolinutri)